15 thoughts on “Vila Tronco: ‘As casas foram sendo demolidas deixando um Iraque no lugar’

  1. Parabéns, Marcos. O poder público é capaz de ampliar a miséria da população que mais necessita de amparo. A matéria atordoa como uma pancada na cabeça.
    Grande iniciativa do Sul 21 que está fazendo jornalismo de fato.

    1. O PT fez inúmeras obras nessa região e nunca deixou a população desse jeito, pelo contrário! Agora tu parece não entender nada mesmo, ou está se fazendo de bobo, com este comentário de quem não conseguiu entender o que está escrito. Sugiro que releia tudo, com atenção! Antes tire o teu óculos do preconceito!

    2. Realmente eu não sei onde vamos parar, com o nível de ignorância e estupidez demonstrado em comentários como esse. Eu cresci nessa região, e o que testemunhei foi o saneamento e asfaltamento de diversas ruas de chão batido (inclusive a que eu morava) durante os anos do PT na prefeitura, o que melhorou muito a qualidade de vida na região .
      Já faz mais de uma década que o PT saiu da prefeitura. Então, a menos que seja pura ironia, o comentário é um exemplo grotesco de desinformação.

  2. Uma realidade Proxima a nos portoalegrenses, porém dissemidas nas capitais da Copa, 80% das obras da copa no brasil está inacabadas, pioraram ainda mais o transito, quando o projeto era melhorar, mas é assim dinheiro publico deliberado por medidas emergencias, tais como na copa, ocorre essas mazelas. mas os estádios com dinheiro publico está ai as moscas se deteriorando em grande parte, porém prontos.

  3. Compraram casas na praia com o dinheiro que ganharam por ter invadido uma área e depois jogaram fora. . Morei na rua Comandai, bem próximo a essa área das imagens. Apresentem todas as visões da historia. Aprendam a fazer um jornalismo sério. A maioria do pessoal pegou o dinheiro e foi invadir outras áreas.

  4. Nos anos 70 morei na Av. Tronco, parada 27, em frente ao antigo campinho de peladas, ainda de chão batido; morei tb na Divisa com a Comandaí, em frente a antiga ESMEF Loureiro da Silva; a região sempre teve o perfil de operariado urbano; Um excelente relato de uma triste história para a população do Cristal e da Grande Cruzeiro, sem final feliz!

  5. Desde 2013 acompanho o caso dos moradores da Troco. Em 2015, meu trabalho de conclusão de curso foi justamente uma reportagem investigativa sobre a violação de direitos à moradia durante as obras da Copa do Mundo de 2014, na Avenida Tronco. Segue o link de meu projeto. http://w3.ufsm.br/nosescombrosdavida/
    Parabéns pela reportagem, a discussão sob direito à cidade e à moradia não pode ser secundarizada.

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